O estado teve uma taxa de informalidade de 52,6% no ano passado
O Piauí registrou, em 2025, a maior taxa nacional de desocupação no mercado de trabalho, em contrapartida, alcançou, no mesmo período, a menor taxa de informalidade de sua série histórica. As informações estão na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Anual – PNAD/Anual, do IBGE, divulgada no dia 23 deste mês.
O estado teve uma taxa de informalidade de 52,6% no ano passado. Segundo o IBGE, houve redução de 4 pontos percentuais em relação a 2024.

O Piauí registrou também a maior taxa nacional de desocupação no mercado de trabalho (Foto: Reprodução/ Jornal Cruzeiro do Sul)
Ainda segundo o levantamento, a taxa anual de informalidade no Brasil foi de 38,1% da população ocupada em 2025.
Os melhores desempenhos foram registrados no Maranhão (58,7%), Pará (58,5%) e Bahia (52,8%). Os piores ficaram com Santa Catarina (26,3%), Distrito Federal (27,3%) e São Paulo (29, 0%).
Rendimento médio do trabalhador
A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Anual – PNAD/Anual do IBGE, identificou também aumento da renda entre as pessoas ocupadas no Piauí no ano de 2025, alcançando o valor médio de R$ 2.561,00. Em relação a 2024, quando a média era de R$ 2.304,00, a renda do trabalhador piauiense aumentou R$ 257,00.
A renda média das pessoas ocupadas no Piauí foi maior que a média dos estados do Nordeste, que alcançou R$ 2.475,00, e inferior à média nacional, que foi de R$ 3.560,00.
Os maiores valores de rendimento entre os estados da federação foram registrados no Distrito Federal (R$ 6.320), São Paulo (R$ 4.190) e Rio de Janeiro (R$ 4.177). Os menores valores foram constatados no Maranhão (R$ 2.228) e Bahia (R$ 2.284).
Matéria relacionada:
Piauí registra maior taxa nacional de desocupação no mercado de trabalho