Premiação marcou recordes, diversidade musical e conquistas para a música latina e asiática
Matéria de Júlia Castelo Branco
A 68ª edição do Grammy Awards foi realizada na noite de ontem (1º), em Los Angeles, e entrou para a história com recordes, estreias inéditas e uma celebração da diversidade musical global.

Foto: Chris Pizzello/Divulgação Invision/AP
O grande nome da noite foi Kendrick Lamar, que liderava as indicações e saiu consagrado como o maior vencedor da edição, com cinco gramofones. Com isso, o rapper alcançou a marca histórica de 26 prêmios Grammy, tornando-se o artista de rap mais premiado da história da cerimônia e superando o recorde de Jay-Z.
Outro momento marcante foi a vitória de Bad Bunny na principal categoria da noite. O álbum “DeBÍ TiRAR MáS FOTos” venceu Álbum do Ano, tornando-se o primeiro disco totalmente em espanhol a conquistar o prêmio máximo do Grammy, um feito inédito que reforça a força da música latina no cenário mundial.

Foto: Chris Pizzello/Divulgação Invision/AP.
A noite também foi histórica para o cinema e para a música asiática. O filme “Pecadores”, o mais indicado da história do Oscar, levou dois prêmios no Grammy: Melhor Trilha Sonora para Mídia Visual e Melhor Compilação de Trilha Sonora para Mídia Visual.
Já na categoria Melhor Canção Escrita para Mídia Visual, a vitória foi de “Golden”, da animação “Guerreiras do K-Pop”, marcando a primeira vez que o gênero musical sul-coreano venceu um gramofone.
Entre outros destaques, Lady Gaga venceu em categorias importantes do pop com o álbum “Mayhem”, Billie Eilish levou Canção do Ano com “Wildflower”, e Olivia Dean foi eleita Artista Revelação.
O Brasil também foi representado no palco do Grammy com Caetano Veloso e Maria Bethânia, vencedores de Melhor Álbum de Música Global com “Caetano e Bethânia Ao Vivo”. A edição de 2026 do Grammy reforçou o caráter global da premiação e consolidando um dos anos mais históricos da cerimônia.