Matéria de Júlia Castelo Branco. A economia brasileira receberá um reforço de R$ 81,7 bilhões ao longo de 2026 com a entrada em vigor do […]
Matéria de Júlia Castelo Branco.
A economia brasileira receberá um reforço de R$ 81,7 bilhões ao longo de 2026 com a entrada em vigor do novo salário mínimo, fixado em R$ 1.621.
O levantamento, realizado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), aponta que o montante é resultado do impacto direto no consumo, na renda das famílias e na arrecadação, mesmo diante de um cenário de maior rigor fiscal.
O novo piso salarial, que passa a valer em 1º de janeiro com pagamentos a partir de fevereiro, terá um reajuste nominal de 6,79%. O cálculo segue a política permanente de valorização do salário mínimo, que busca garantir ganhos reais acima da inflação para os trabalhadores.
De acordo com o Dieese, cerca de 61,9 milhões de pessoas terão seus rendimentos impactados pela mudança, o maior grupo beneficiado é composto por 29,3 milhões de aposentados e pensionistas do INSS, cujos benefícios são atrelados ao piso nacional.
O novo valor também afetará diretamente 17,7 milhões de empregados, 10,7 milhões de trabalhadores autônomos, 3,9 milhões de empregados domésticos e centenas de milhares de pequenos empregadores.
Fonte: Cidadeverde.