“Alguns gastos essenciais, como o oxigênio nos hospitais, não tinham como não ser pagos e foram renegociados. Os outros débitos estão sob auditoria e não […]
“Alguns gastos essenciais, como o oxigênio nos hospitais, não tinham como não ser pagos e foram renegociados. Os outros débitos estão sob auditoria e não temos orçamento para pagar. Só o que for reconhecido ou de extrema necessidade”, comentou a presidente da FMS, Leopoldina Cipriano sobre as dívidas da fundação.