O delegado da PF, Marco Antônio Nunes, disse que a investigação sobre sorteios irregulares em Teresina realizados pela empresa Piauí Cap ou Poti Cap já […]
O delegado da PF, Marco Antônio Nunes, disse que a investigação sobre sorteios irregulares em Teresina realizados pela empresa Piauí Cap ou Poti Cap já vem de algum tempo e um dos alvos só não foi preso, porque estava viajando. A empresa mudava de nome constantemente, o que seria uma forma de burlar a investigação. “É uma forma de burlar a fiscalização do Ministério da Fazenda. Eles tentam de todas as formas alterar o quadro societário, o nome. Passa de nome para um outro, mas na continuação, são sempre as mesmas pessoas, muda uma ou outra”, afirmou o delegado da PF.