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IBGE: Cresce a desigualdade de rendimento entre os sexos no Piauí

As informações são do módulo “Rendimento de Todas as Fontes”, da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) 2020

Publicado por: Lilian Oliveira 19/11/2021, 17:13

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no Piauí, a diferença de rendimento do trabalho entre homens e mulheres tem se ampliado no Piauí desde 2017, quando foi registrada a menor desigualdade entre os sexos.

Segundo os dados do módulo “Rendimento de Todas as Fontes”, da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) 2020, do IBGE, as pessoas do sexo feminino tiveram rendimentos 15,4% inferiores áquelas do sexo masculino em 2020.  

Foto: Divulgação/IBGE

Em 2020, o crescimento fez a variação chegar ao mesmo índice obtido em 2013.  Em média, as mulheres tiveram rendimento mensal de R$ 1.262 no ano passado, enquanto o valor médio para os homens foi de R$ 1.492. Ou seja, diferença média de R$ 230 entre os sexos.

No ano de 2013, a mesma proporção de desigualdade entre os sexos foi registrada no Piauí. Com o rendimento médio mensal dos homens em R$ 1.600 e o das mulheres em R$ 1.353, a diferença também era de 15,4% a menos para o sexo feminino. Equivalia, em média, a R$ 247 a mais para os homens.

Como mostrou a pesquisa, desde 2017, quando foi registrada a menor diferença no estado, a desigualdade tem crescido. Em média, as mulheres tinham ganhos 8,2% menores que os dos homens em 2017, proporção que passou a 10,9% em 2018 e chegou a 13,3% em 2019. Apesar do aumento nos últimos anos, a maior diferença foi em 2015, quando as mulheres tinham rendimentos 21,8% menores que os homens do Piauí.

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