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Servidores municipais protestam contra proposta de reajuste da alíquota previdenciária

A mobilização aconteceu na Câmara Municipal de Teresina (CMT), nesta quarta-feira (24)

Publicado por: Lilian Oliveira 24/11/2021, 16:42

Matéria de Wanderson Camêlo e Lilian Oliveira

Servidores Municipais realizaram, nesta quarta-feira (24), uma mobilização na frente da Câmara Municipal de Teresina (CMT). O objetivo da ação foi protestar contra a proposta de reajuste da alíquota de 11% para 14%, a ser regulamentada pela prefeitura ainda este ano.

Foto: Reprodução/Correio Braziliense

Com o apoio de um carro de som, tocando músicas que satirizavam o prefeito Doutor Pessoa (MDB), os trabalhadores iniciaram a manifestação. O grupo cobrou uma saída para que a adequação previdenciária não afete ainda mais o salário dos servidores, que estão há três meses sem reajuste.

 “Isso significa, no final das contas, diminuição de salário. E, nos tempos de inflação, qualquer redução traz um problema grave para a categoria”, disse o presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Teresina (Sindserm), Sinésio Soares, em entrevista à reportagem da Teresina FM.

Sinésio Soares (Foto: Reprodução/Redes Sociais)

O presidente do Instituto de Previdência do Município de Teresina (IPMT), Esdras Avelino, afirmou, em entrevista concedida ao JT1 da Teresina FM nesta quarta, que a medida é necessária para sanar o elevado déficit previdenciário da capital. Confira aqui a entrevista na íntegra.

Foto: Teresina FM

Na câmara, os manifestantes foram atendidos por um grupo de vereadores, liderado por Dudu (PT). As partes se reuniram no Plenarinho do parlamento municipal para debater o assunto. Dentre as propostas dos sindicatos para evitar a desidratação salarial, devido ao aumento da contribuição previdenciária nos contracheques, está a execução de um aumento nos proventos de todas as categorias.

O vereador Renato Berger (PSD), líder do prefeito da Câmara de Teresina, afirmou que a gestão municipal está estudando “uma forma de compensar os servidores”. De acordo com ele, uma solução plausível seria a prefeitura bancar esses 3% da alteração da previdência.

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