13/01/2026

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EUA planejam ampliar proibição de viagens para mais de 30 países

Medida se aplica tanto a imigrantes quanto a não imigrantes, como turistas, estudantes e viajantes a negócios

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Publicado por: Lilian Oliveira 05/12/2025, 15:17

Os Estados Unidos planejam expandir o número de países abrangidos pela proibição de viagens para mais de 30, disse a secretária de Segurança Interna do país, Kristi Noem, nesta quinta-feira (4).

Em entrevista ao programa “The Ingraham Angle” da Fox News, Noem foi questionada se o governo do presidente americano Donald Trump aumentaria o número de países na lista de restrições de viagem.

Imagem: Reprodução

“Não vou especificar o número, mas são mais de 30, e o presidente continua avaliando os países”, disse ela.

Em junho, Trump assinou uma proclamação proibindo a entrada nos Estados Unidos de cidadãos de 12 países e restringindo a entrada de cidadãos de outros sete, alegando que a medida era necessária para proteger o país contra “terroristas estrangeiros” e outras ameaças à segurança.

A medida se aplica tanto a imigrantes quanto a não imigrantes, como turistas, estudantes e viajantes a negócios. Noem não especificou quais países seriam adicionados à lista.

“Se eles não têm um governo estável, se não têm um país que possa se sustentar e nos dizer quem são esses indivíduos e nos ajudar a verificá-los, por que deveríamos permitir que pessoas desse país viessem para os Estados Unidos?”, disse Noem.

Escala dos EUA contra imigração

A Reuters havia noticiado anteriormente que o governo Trump estava considerando proibir a entrada nos Estados Unidos de cidadãos de mais 36 países, de acordo com fontes do Departamento de Estado.

Uma ampliação da lista representaria uma escalada ainda maior nas medidas migratórias tomadas pelo governo desde o tiroteio contra dois membros da Guarda Nacional em Washington, DC, na semana passada.

Investigadores afirmam que o tiroteio foi realizado por um cidadão afegão que entrou nos EUA em 2021 por meio de um programa de reassentamento, no qual autoridades do governo Trump argumentaram que houve verificação insuficiente.

Fonte: CNN 

 

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