Ao menos cinco mortos, incluindo um líder de tecnologia do Estado Islâmico.
Matéria de Júlia Castelo Branco.
Em resposta à morte de três americanos em Palmira, os Estados Unidos executaram ontem (19) uma ofensiva de larga escala no centro da Síria. A operação marca a décima intervenção americana na região desde o ataque do dia 13 de dezembro, reforçando a promessa do almirante Brad Cooper de perseguição “implacável” a grupos que ameacem cidadãos e parceiros dos EUA.

Foto: Evelyn Hockstein/Reuters.
O uso de armamento de alta precisão visou desarticular a logística de armamentos do Estado Islâmico. Embora o grupo extremista não tenha se manifestado, o impacto estratégico foi sentido no leste do país com a eliminação de quadros importantes.
Utilizando caças e helicópteros, o Comando Central dos EUA disparou mais de 100 munições de precisão contra depósitos de armas e infraestruturas terroristas. Segundo o Observatório Sírio para os Direitos Humanos, ao menos cinco membros do grupo foram mortos na província de Deir ez Zor, incluindo um líder da unidade de drones.
O Ministério das Relações Exteriores da Síria reiterou que busca garantir que o território nacional não se torne um refúgio seguro para terroristas.
Fonte: UOL.