21/05/2026

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Desaparecimento de mulher em subsolo de prédio completa um mês e segue sem respostas

Por se tratar de investigação em andamento, novos detalhes não serão divulgados

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Publicado por: Caio Rabelo 17/01/2026, 09:18

Matéria de Júlia Castelo Branco

O desaparecimento da corretora de imóveis Daiane Alves Souza, de 43 anos, completa um mês neste sábado (17) sem que o paradeiro da mulher tenha sido esclarecido.

O caso, ocorrido em um prédio residencial em Caldas Novas, no interior de Goiás, continua cercado de mistério e ganhou novos desdobramentos com a mudança do rumo da investigação.

Daiane desapareceu no dia 17 de dezembro de 2025, após descer de elevador até o subsolo do prédio onde morava para verificar um problema de falta de energia elétrica. Imagens de câmeras de segurança registraram seus últimos momentos, incluindo uma conversa com um vizinho dentro do elevador.

Os dois desembarcaram juntos no segundo subsolo, mas, após um intervalo de cerca de dois minutos sem gravação, Daiane reaparece sozinha, retorna ao elevador e desce no primeiro subsolo.

 

Foto: Reprodução/ Câmera de segurança do prédio.

 

Antes de desaparecer, a corretora gravava vídeos para uma amiga, mostrando desde o apartamento sem energia até o deslocamento pelo prédio e uma conversa com o porteiro sobre a queda de luz. Um último vídeo chegou a ser gravado quando ela retornava ao elevador, mas nunca foi enviado.

A família de Daiane, que mora em Uberlândia (MG), possui seis apartamentos em Caldas Novas, cuja administração das locações era feita por ela. A corretora deveria viajar para passar o Natal com os familiares e retornar para atender à alta demanda do período de Ano Novo. Com o sumiço, a mãe, Nilse Alves Pontes, assumiria temporariamente a gestão dos imóveis.

Sem conseguir contato no dia seguinte ao desaparecimento, familiares foram até o apartamento de Daiane e constataram que ela não estava no local. Buscas em outros imóveis da família, hospitais, unidades de pronto atendimento e entre conhecidos também não apresentaram resultados, levando ao registro de um boletim de ocorrência.

Inicialmente tratado sob diferentes hipóteses, o caso passou a ser investigado pela Delegacia de Homicídios de Goiás. Segundo a mãe da corretora, a mudança ocorreu nas primeiras horas da sexta-feira (16). “Agora, a Delegacia de Homicídios assumiu o caso. Eles descartaram outras possibilidades e passaram a tratar como homicídio”, afirmou.

Em nota, a Polícia Civil de Goiás informou que foi criada uma força-tarefa para apurar o desaparecimento de Daiane Alves Souza.

As investigações estão sob responsabilidade do Grupo de Investigação de Homicídios (GIH) e envolvem diligências de campo, oitivas, análises técnicas e outras medidas, com o objetivo de esclarecer o caso e localizar a vítima. Por se tratar de investigação em andamento, novos detalhes não serão divulgados.

Fonte: CNN Brasil.

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