Promotores que pediram, recentemente, exoneração do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco) do Ministério Público do Maranhão (MPMA) se articulam para […]
Promotores que pediram, recentemente, exoneração do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco) do Ministério Público do Maranhão (MPMA) se articulam para evitar a recondução do procurador-geral de Justiça do Estado, Danilo José de Castro Ferreira, ao cargo.
São três grupos tentando neutralizar Danilo. A ideia ele tentar evitar que ele apareça na lista tríplice. O pleito ocorre hoje e será finalizado às 15h.
Os candidatos são: Danilo José de Castro Ferreira (atual PGJ), Eduardo Jorge Hiluy Nicolau (ex-PGJ), Luiz Muniz Rocha Filho, Marco Aurélio Ramos Fonseca, Carlos Henrique Rodrigues Vieira e Wlademir Soares de Oliveira. O eleito comandará o MPMA até 2028.
Um grupo de 10 promotores de justiça que pediram exoneração do Gaeco do Ministério Público do Maranhão em janeiro deste ano. O movimento foi motivado pela decisão do procurador-geral Danilo José de Castro Ferreira de emitir parecer favorável à soltura de todos os investigados presos na Operação Tântalo II – que apura a atuação de uma organização criminosa em Turilândia (no interior do Maranhão) que desviou R$ 56 milhões em verba pública. A foi conduzida pelo Gaeco.
Como destacado pelo portal G1, os promotores explicaram que a divergência tornou inviável a permanência no órgão. As exonerações ocorreram no dia 11 de janeiro deste ano, um dia após o parecer do procurador-geral.
Apesar da manifestação, a Justiça do Maranhão manteve a prisão dos envolvidos na trama criminosa, dentre eles o prefeito de Turilândia, Paulo Curió (União Brasil). A decisão foi da desembargadora Graça Amorim (da 3ª Câmara Criminal do TJ/MA).