Contrato emergencial firmado por Edilson Capote levanta suspeitas de superfaturamento e provoca reação irônica de moradores
A Prefeitura de Barras, administrada por Edilson Capote, destinou mais de R$ 1 milhão a um único contrato de dedetização, valor que chamou a atenção do Ministério Público do Piauí. O órgão abriu investigação para apurar possíveis irregularidades na contratação, feita em caráter emergencial, para serviços de combate a baratas, ratos, cupins e mosquitos em prédios públicos do município.

O prefeito de Barras, Edilson Sérvulo de Sousa, mais conhecido como “Capote” (Foto: Reprodução/Facebook)
A justificativa de “emergência” gerou questionamentos e levantou dúvidas sobre a real necessidade do gasto. A suspeita é de superfaturamento e possível direcionamento do contrato, especialmente diante de relatos de moradores que afirmam não ter visto equipes trabalhando na proporção de um serviço milionário.
A situação provocou reações irônicas na cidade. “Com esse dinheiro dava pra dedetizar Barras, os municípios vizinhos e ainda sobrar pra espantar mosquito do litoral”, comentou um morador. A investigação deve analisar documentos, prazos, execução e eventual prejuízo aos cofres públicos.