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Aprecie com moderação!

13 de setembro de 2019

Hoje vamos dar uma folga às questões políticas e à crise com a qual convivemos há tanto tempo.

Vamos deixar de lado os ditos assuntos sérios do dia a dia e vamos abrir espaço para amenidades.

Só amenidades.

Até mesmo em homenagem à sexta-feira e ao fim de semana que se inicia, vamos falar de bar, de garçom, de cerveja e de cachaça.

Nada mais brasileiro, portanto.

No Brasil, comemora-se na primeira sexta-feira do mês de agosto, o dia do Garçom.

Um dia ingrato para o profissional garçom, por que é na sexta feira que ele mais trabalha.

Mas vamos em frente.

Neste mesmo dia, comemora-se também o Dia da Cerveja, uma invenção americana copiada por estas bandas.

Para o bebedor de cerveja, não há, naturalmente, qualquer inconveniência quanto à data.

Afinal, todo dia é dia.

Já neste dia 13 de setembro, comemora-se o dia da cachaça, esta sim um produto genuinamente verde-amarelo.

E como o brasileiro adora uma molecagem, a cachaça tem mais de 400 apelidos, apelidos que vão literalmente de A a Z.

A cachaça é pinga, é aguardente, é água que passarinho não bebe;

É birinaite, chora menina, é danada e danadinha;  é esquenta bucho, fogosa, goró, homeopatia, Iaiá me acode;

É xarope de bêbado, venenosa , urina de santo, entre muitos outros, dependendo da região do país.

É isso que faz da cachaça um produto nacional, um produto genuinamente brasileiro.

Mas  o comentário não vem só para enaltecer a cachaça ou a bebida em geral.

O comentário é para cobrar aquilo que no nosso entendimento ainda está faltando nesse contexto.

Estamos deixando de fora nessa lista de homenagens  duas figuras importantíssimas para o funcionamento dessa cadeia produtiva.

Estamos esquecendo o bar e o bêbado.

É difícil imaginar todo esse processo sem essas duas figuras.

Como falar em cachaça sem falar no bar?

E como falar na cachaça e no bar sem falar no bêbado?

É evidente que um não vive sem o outro.

O bar não vive sem o bêbado e o bêbado não vive sem o bar.

Aos datadores de plantão, fica a sugestão de que se agasalhe o bar e o bêbado no rol dos homenageados.

O bar é uma extensão do próprio lar. No bar estão os melhores amigos.

Quem costuma frequentar o barzinho sabe disso.

Já o bêbado…

Bom, o bêbado é aquela figura nem sempre simpática, mas sempre aceita por todos.

O bêbado é aquela figura que faz raiva, mas que também nos faz rir.

O bêbado é, na verdade, o filósofo do bar.

É dele, o bêbado,  sempre a melhor frase, a melhor piada, a melhor poesia:

“Quando bebemos, ficamos bêbados.
Quando estamos bêbados, dormimos.
Quando dormimos, não cometemos pecados.
Quando não cometemos pecados, vamos para o Céu.
Então, vamos beber para ir pro Céu!”

Aprecie com moderação.

 

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