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Política

Gleisi Hoffmann critica militares no governo Bolsonaro diz que PT tem projetos de âmbito nacional para Wellington Dias

Por Wanderson Camêlo Se depender do Partido dos Trabalhadores, o atual governador piauiense, Wellington Dias (PT), não vai se aposentar da política tão cedo. Em […]

Publicado por: Luciano Coelho 15/07/2020, 14:26

Por Wanderson Camêlo

Se depender do Partido dos Trabalhadores, o atual governador piauiense, Wellington Dias (PT), não vai se aposentar da política tão cedo. Em 2022 ele deixará o cargo (e não poderá mais disputar a reeleição), mas o PT já tem planos para o chefe do executivo estadual. 

Uma das alternativas é lançar Dias ao Senado. A outra é bem ambiciosa: colocá-lo na disputa pela presidência da República. Quem adiantou foi a própria chefe do diretório nacional petista, a deputada federal deputada federal Gleisi Hoffmann. 

A deputada federal e presidente do PT, Gleisi Hoffmann (Foto: Agência Câmara)

“O Wellington é um grande quadro do partido. Tem participado de todas as nossas reuniões nacionais e, com certeza, vai cumprir um papel importante em 2022. Ou ele pode ser candidato ao Senado, pode ser um nome inclusive nacional para disputar as eleições. Enfim, isso tudo nós estamos ainda muito no início das discussões; temos de passar ainda por 2020”, disse a parlamentar.

Wellington ainda não antecipou o que pretende fazer quando deixar o Palácio de Karnak. 

Gleisi fez a declaração em entrevista exclusiva à Teresina FM na tarde desta terça-feira (13). Na oportunidade ela também criticou o apoio de integrantes das Forças Armadas ao governo do atual presidente da República, Jair Bolsonaro, e a colocação de militares em pastas estratégicas, como a da Saúde.

Segundo a deputada, nem mesmo a população não vê com bons olhos a entrada de integrantes das Forças Armadas na política. Gleisi diz que isso ficou comprovado em pesquisa encomendada pelo diretório nacional petista.

“65% [dos entrevistados] rejeitam o apoio político dos militares a Bolsonaro. Com certeza por entender que os militares, as Forças Armadas, são uma instituição do Estado, e não uma instituição política. E 81% são contra ter generais, militares no Ministério da Saúde […]. As Forças Armadas grudaram sua imagem a Bolsonaro, então tudo de ruim que está acontecendo, inclusive na Saúde, e por eles estarem operando o Ministério da Saúde, tem afetado as Forças Armadas”, destacou Hoffmann. 

O levantamento, divulgado na última segunda-feira, mediu exatamente o percentual de apoio populacional ao envolvimento de militares no governo do atual presidente da República.

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