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Política

Secretário do TRE-PI reafirma segurança das urnas eletrônicas e defende “transparência” às vésperas das eleições

Justiça Eleitoral disponibiliza cerca de 4 mil novas máquinas, das quais 23 serão auditadas dias antes do pleito de outubro

Publicado por: FM No Tempo 07/07/2022, 12:16

O Tribunal Regional Eleitoral do Piauí (TRE-PI) anunciou que irá disponibilizar 10.617 urnas eletrônicas para o estado nas eleições gerais de outubro. Destas, 4.220 são de um modelo mais recente, com diferenças significativas em relação ao anterior, particularmente no que diz respeito ao design da máquina e à durabilidade da bateria.

Não há, entretanto, mudanças profundas no processo de votação em si, garante Anderson Lima, secretário de tecnologia da informação do TRE-PI. Em entrevista ao JT1 da Teresina FM nesta quinta-feira (7), Lima assegurou que a urna eletrônica conta com várias camadas de segurança e diversos níveis de proteção.

TRE-PI garante lisura do pleito e aponta “onda de desinformação” (Foto: Teresina FM)

“As urnas mantêm o registro digital dos votos dos eleitores, além de serem passíveis de fiscalização e acompanhamento por parte dos cidadãos. Os partidos políticos podem, se desejarem, solicitar os registros em até 100 dias após as eleições para comparar os resultados oficiais com os contabilizados pelas legendas”, explicou.

Ainda sobre a lisura do pleito, o secretário ressaltou o aumento expressivo de máquinas auditadas pela Justiça Eleitoral nas vésperas da votação: de apenas três, em 2018, para 23 neste ano.

“Em meio às desinformações e fake news, procuramos dar uma transparência maior aos mecanismos oferecidos pelo sistema eletrônico. De 15 a 20 dias antes das eleições, preparamos as urnas para o processo de votação e abrimos esse processo para a vistoria do público”, apontou.

Novo modelo de urna eletrônica a ser utilizado nas eleições de 2022 (Foto: Abdias Pinheiro/TSE)

Outra ferramenta para combater as irregularidades eleitorais é o aplicativo Pardal, desenvolvido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), por meio do qual os cidadãos podem denunciar uma série de ilegalidades, tais como propaganda antecipada e utilização indevida de recursos para divulgação de candidatos.

“A Justiça Eleitoral recebe as denúncias e as encaminha aos juízes. Dependendo das circunstâncias, um processo é autuado junto ao Ministério Público (MP-PI) a fim de apurar as situações notificadas pelos eleitores”, detalha Lima.

O entrevistado ressaltou que os usuários podem, além de descrever a irregularidade, indicar sua identidade, tirar fotografias e mesmo filmar a situação.

“Os dados pessoais de quem utiliza o aplicativo são protegidos pelo TSE. Quanto mais informações, mais rápida será a apuração”, concluiu.

Confira a entrevista completa no Jornal da Teresina 1ª Edição desta quinta-feira (7):

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