A ausência prolongada resultou na perda do cargo no Legislativo
Matéria de Júlia Castelo Branco.
A Polícia Federal (PF) encerrou oficialmente o afastamento de Eduardo Bolsonaro (PL-SP) do cargo de escrivão, conforme ato publicado no Diário Oficial, hoje (2). A decisão exige o retorno imediato do ex-deputado ao trabalho, sob risco de “providências administrativas e disciplinares cabíveis” em caso de falta injustificada.
O término do afastamento ocorre após Eduardo Bolsonaro perder o mandato de deputado federal por acúmulo de faltas. Ele não compareceu às sessões presenciais da Câmara dos Deputados após viajar para os Estados Unidos, onde permanece. A ausência prolongada resultou na perda do cargo no Legislativo.

Foto: Bruno Spada/Divulgação Câmara dos Deputados.
Durante o mandato, o filho do ex-presidente estava legalmente afastado da PF. Com o fim do mandato, no entanto, a licença perdeu a validade. O documento, assinado pelo diretor de Gestão de Pessoas da PF, Licínio Netto, estabelece que o afastamento foi encerrado em 19 de dezembro de 2025.
O ato determina que o retorno ao cargo efetivo, na Delegacia da Polícia Federal em Angra dos Reis (RJ), deveria ser imediato. A PF não mencionou no documento se houve solicitação de nova licença, exoneração ou outro tipo de afastamento, apenas formalizou o fim da autorização anterior e a obrigação de o ex-parlamentar voltar ao trabalho.
Fonte: Cidadeverde.