A guerra fria entre Jeová Alencar e Bruno Vilarinho está implícita, para quem observa de fora, em miudezas que vêm azedando o que já não […]
A guerra fria entre Jeová Alencar e Bruno Vilarinho está implícita, para quem observa de fora, em miudezas que vêm azedando o que já não estava “sadio”.
E analistas de dentro do jogo político falam, nos corredores da Câmara Municipal e da Prefeitura, que Vilarinho é quem está perdendo, vem adotando estratégias açodadas; uma delas passou despercebida por muitos que estão por fora do que está em jogo.
Segundo apuração feita pela coluna, o vereador agiu de maneira contundente para barrar o retorno de Antônio José Lira à Câmara, contrariando interesse de Alencar – que foi quem articulou o regresso. Estava tudo bem encaminhado; o prefeito Sílvio Mendes arranjou uma vaga para James Guerra no secretariado municipal e o vice-prefeito convenceu quatro suplentes do Avante (Rafael do Pesqueirinho, José Freire, Sérgio Bandeira e Rosângela) a não lutarem pela vaga de titular. Só que não contavam com a astúcia de Bruno, que foi até James Guerra e o fez voltar atrás com relação ao convite de Sílvio. Muitos dos que acompanharam de perto analisaram como desnecessária a atuação de Vilarinho, mas agora é tarde, a flecha já foi disparada. Dizem que o contra-ataque vem a galope e sem alarde, faz parte do perfil de Jeová Alencar, que pode ser resumido politicamente com uma frase: “o come quieto”.
A disputa pelo comando do parlamento teresinense. Jeová Alencar não assume, que é para não gerar animosidade desnecessária dentro do Palácio da Cidade, mas não quer, de jeito nenhum, Bruno Vilarinho (líder do prefeito na Câmara de Teresina) no comando do legislativo teresinense. O vereador vem tentando se viabilizar com a ajuda do tio Marco Antônio Ayres, secretário de Planejamento de Teresina. O resultado da querela só saíra em outubro deste ano, que é quando o pleito ocorrerá.