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Economia

Governo fará novo empréstimo para pagar precatórios e fazer investimentos

O secretário de Fazenda, Rafael Fonteles,  anunciou os dados financeiros do Estado do quadrimestre de 2019 na Assembleia Legislativa. Na reunião com os deputados, Rafael […]

Publicado por: Luciano Coelho Repórter: Luciano Coelho 11/07/2019, 12:38

O secretário de Fazenda, Rafael Fonteles,  anunciou os dados financeiros do Estado do quadrimestre de 2019 na Assembleia Legislativa. Na reunião com os deputados, Rafael Fonteles anunciou que o governo encaminha para a Assembleia um novo pedido de empréstimo de cerca de R$ 1,5 bilhão. O governo busca uma instituição financeira privada para agilizar a liberação do dinheiro sem precisar do aval da União.

A equipe econômica estuda sobre qual a instituição financeira e como será a aplicação do recurso dessa operação de crédito.  Segundo o secretário, o governador Wellington Dias vai pessoalmente à Assembleia levar informações sobre esse novo pedido de empréstimo.

Secretário de Fazenda, Rafael Fonteles, informou dados financeiros do Estado referente ao primeiro quadrimestre

“Pode ser instituição privada. Não descartamos. Estamos fazendo o estudo para saber qual a melhor estratégia. Precisamos analisar questões como taxas, dependência ou não do dólar. Tudo isso é levado em conta. Pode ser R$ 1 bilhão ou acima disso”, afirmou Rafael Fonteles.

O recurso do empréstimo deve ser usado em investimentos.  Segundo o secretário, o estado não tem condições de fazer investimentos com recurso próprios.  E a dívida do Estado chega a R$ 5 bilhões, mas não compromete a capacidade de endividamento.

“A dívida consolidada continua acima de R$ 5 milhões, mas vai reduzindo. As operações de crédito podem ser solicitadas. A cada ano diminui. E adotamos medidas de ajuste fiscal para a redução das despesas.”, destacou o secretário.

“Já atingimos mais de R$300 milhões da meta de R$ 400 milhões. Continuamos perseguindo. Não existe medida simples feita. Isso mostra que o esforço de ajuste fiscal teve efeito. A despesa com pessoal continua acima do limite prudencial imposta pela Lei de Responsabilidade Fiscal”, finalizou Rafael Fonteles.

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