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Desembargador é acusado e diz que é vitima de calúnia

O desembargador Erivan Lopes disse estar sendo vítima de calúnia de uma denúncia feita pelo promotor de Luís Correia ao Conselho Nacional de Justiça. O […]

Publicado por: Luciano Coelho Repórter: Luciano Coelho 28/06/2019, 12:38

O desembargador Erivan Lopes disse estar sendo vítima de calúnia de uma denúncia feita pelo promotor de Luís Correia ao Conselho Nacional de Justiça. O Promotor denunciou ao CNJ que o desembargador estaria envolvido com uma quadrilha que atua na grilagem de terras no litoral do Piauí.

“Não vou me intimidar. Vou continuar nos processos. Naquilo que afetar a minha honra e dignidade, eu vou tomar as providências com as representações disciplinares e criminais que o caso requer”, disse Erivan Lopes.

Desembargador Erivan Lopes convocou a imprensa para prestar esclarecimentos sobre a denúncia do promotor

O promotor fundamentou a denúncia na interceptação de ligação telefônica entre o tabelião de Luís Correia, Manoel Barbosa, e o desembargador tratando sobre a legalização de áreas adquiridas no litoral. O promotor Galeno Aristóteles pediu o afastamento do desembargador e do tabelião de suas funções.

O professor Waldemar Rodrigues que tinha vendido o terreno participou da entrevista e disse que estava revoltado em ter seu nome envolvido nisso. Ele disse que buscou no cartório a cadeia dominial do terreno. E não fez nada de ilegal.

“Se eu não tivesse concedido essas liminares de habeas corpus ninguém estaria colocando em dúvida a minha licitude no negócio jurídico com o seu Valdemar”, ressaltou o  desembargador.

“É oportuno esclarecer que o Promotor de Justiça Galeno Aristóteles vem se envolvendo em litígios com os senhores Luís Nunes Neto e Madson Roger Silva, que chegaram a denunciar (no dia 11 de março de 2019) o referido Promotor junto a Corregedoria e o Conselho Superior do Ministério Público do Piauí. Segundo os denunciantes, o Promotor Galeno Aristóteles fez uso do cargo para proteger e beneficiar indevidamente um Procurador Municipal com quem manteria relacionamento íntimo e suspeito, chegando ao ponto de tentar firmar um Termo de Ajuste de Conduta (TAC) pelo qual um dos denunciantes seria constrangido a pagar mais de R$ 700 mil aos cofres públicos, sendo que um percentual deste valor seria repassado ao Procurador Municipal “amigo” do próprio Promotor, com um detalhe: Galeno Aristóteles exigiu que o TAC (um documento de natureza pública) fosse mantido em sigilo, sob pena de pagamento de multa exorbitante”, informou o desembargador.

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