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Policiais militares prometem entrar na Justiça para receber da Prefeitura de Teresina diárias em atraso

Agentes realizavam segurança dos terminais de integração, mas dizem que não receberam parcelas dos últimos meses de serviço

Publicado por: FM No Tempo 01/11/2021, 11:55

Atualizada às 15:14

A Prefeitura de Teresina substituiu, em abril deste ano, o órgão responsável pela segurança dos terminais de integração de ônibus na capital. Originalmente sob os encargos da Polícia Militar, a função passou a ser desempenhada pela Guarda Civil Municipal (GCM), em parceria firmada com a Superintendência de Transportes e Trânsito (Strans).

Gestão municipal promoveu mudança na segurança dos terminais (Foto: Divulgação/Strans)

No entanto, de acordo com denúncias recebidas pela reportagem da Teresina FM, os policiais militares que realizaram os serviços têm cinco meses de diárias em atraso, compreendidas entre dezembro do ano passado até o último mês do acordo com a gestão municipal. Alguns dos que alegam possuir pendência junto à PMT prometem ingressar com ações individuais na Justiça pedindo a liberação dos valores.

“Os serviços foram prestados desde a administração passada, a administração passada vinha passando. A administração que saiu geralmente deixa o mês de dezembro em aberto. então, que tem que pagar é a administração que assumiu a prefeitura. Trabalhamos até o dia 12 de abril, que foi quando foi suspenso o convênio, e de lá para cá vamos completar um ano, e a gente não recebe as operações planejadas que prestávamos nas nossas horas de folga, conforme um convênio firmada entre a prefeitura, Strans, e Polícia Militar”, reclamou o sargento Ivan, lotado no 5° Batalhão da Polícia Militar do Piauí, zona leste de Teresina.

Outro que se diz afetado, cabo Márcio, afirmou que tentou, em setembro deste ano, juntamente com colegas de farda, uma reunião com o secretário de Finanças e vice-prefeito municipal, Robert Rios (PSB), mas que não foi atendido. A fonte destacou ainda que a Procuradoria Geral do Município deu o aval para a realização dos pagamentos e que a demanda só não foi resolvida porque Rios não assinou a autorização.

Procurado pela Teresina FM, o vice-prefeito negou: “Eu jamais praticaria uma irregularidade dessa; nós temos que prestar contas com o Tribunal de Contas, quem tem que pagar policial é o quartel. Em dezembro eu não era secretário”.

Não se sabe o valor da dívida, em termos gerais, citada pelos denunciantes. Robert Rios também não falou em números.

Matéria de Wanderson Camêlo e Eric Souza

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