O sábio

16 de maio de 2019

Sócrates, o filósofo grego, ensinava que sábio é aquele que conhece os limites da própria ignorância.

Para Aristóteles, outro filósofo grego, o sábio nunca diz tudo o que pensa, mas pensa sempre tudo o que diz.

Shakespeare, o dramaturgo inglês, dizia que o sábio não se senta para lamentar-se, mas se põe alegremente em sua tarefa de consertar o dano feito.

Victor Hugo, romancista e poeta francês, entendia que tanto nos tornaríamos sábios conservando no pensamento os diversos resíduos de todas as filosofias humanas, como teríamos saúde engolindo todos os fundos de garrafa de uma farmácia antiga.

Mas, afinal, o que fazer com tantos sábios e tanta sabedoria, sabedoria esta que nada mais é do que a característica de uma pessoa sábia.

A História – ensina o professor Felipe Aquino – é o melhor meio de ensinar aos governantes certas verdades duras que ninguém se atreve a lhes dizer diretamente.

Não é fácil dizer as verdades aos poderosos.

Mas a História fala; a História mostra os fracassos dos soberbos, mostra o sucesso dos humildes, mostra a grandeza do sacrifício, a importância da fé e a grandeza do amor.

A vida dos grandes homens e mulheres da História estão repletos de ensinamentos e de sabedoria.

O filósofo grego Diógenes dizia que a sabedoria serve de freio a juventude, de consolo aos velhos, de riqueza aos pobres e de ornamento aos ricos; isto é, serve para todos os homens de todas as idades viverem melhor.

Ernest Renan, filósofo francês, disse que os verdadeiros progressistas são os que partem de um profundo respeito ao passado. Há uma triste mania de desprezar o passado como se fosse todo arcaico.

O progresso não acontece aos saltos, mas de maneira contínua; a descoberta de hoje começou a ser pensada lá atrás.

A verdadeira sabedoria é a expressão da verdade.

O livro dos Provérbios diz que feliz é o homem que encontrou a sabedoria; diz também que melhor do que o ouro é adquirir a sabedoria.

Os projetos muitas vezes vão mal por falta de deliberação, de experiência e de se ouvir os conselheiros sábios.

É sinal de grande sabedoria não ser precipitado nas ações, nem aferrado obstinadamente à sua opinião; sabedoria é também não acreditar em tudo o que nos dizem, nem comunicar logo a outros o que ouvimos ou suspeitamos.

O sábio não é afoito, apressado, impulsivo e impaciente. Não é preciso cair do telhado para saber o mal que isto nos faz. Quem para de aprender torna-se velho, pouco importa sua idade.

Fica a lição para os nossos sábios de plantão.

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