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Volta por cima

14 de julho de 2020

O Ceará, nosso vizinho estado, como todos sabem, foi duramente castigado pelo coronavirus.

Por lá morreram 6.869 pessoas até agora. Só na capital, Fortaleza, foram até este momento 3.498 vitimas fatais.

Nem parece.

O Ceará não parou.

Segundo o jornal Diário do Nordeste, a indústria de Fortaleza tem cumprido todos os protocolos estabelecidos pelas autoridades sanitárias do Governo do Estado.

Um exemplo disso são os canteiros de obras das empresas da construção civil, setor que no Ceará, como em todo o País, lidera a geração de emprego.

Nos canteiros os operários cumprem rígido ritual que não se restringe ao uso da máscara nem do álcool em gel, mas obedece às regras do distanciamento e à constante higiene das mãos.

Mais ainda: a mão de obra das empresas construtoras está recebendo, quando necessário, atendimento médico remoto, boa novidade que a tecnologia colocou à disposição das empresas.

No varejo, observa-se, também, semelhante obediência aos protocolos das autoridades da Saúde, o que é também uma prova de que, pelo menos na Região Metropolitana, onde quase todas as atividades econômicas foram liberadas e o reencontro da oferta com a procura vem acontecendo sem maiores sobressaltos.

Um modelo de fiel cumprimento à Lei estadual têm dado as redes de supermercados, que, além do protocolo oficial, seguido à risca, impuseram regras próprias, que variam conforme o estabelecimento, mas convergem para um objetivo comum: evitar a propagação da Covid-19. Desde a explosão da pandemia, o varejo supermercadista funciona sem embargo, a não ser o que o protocolo sanitário define.

Os supermercados não registram nenhum óbito entre funcionários, e os que se infectaram foram tratados e curados em casa, retornando ao serviço depois de restabelecidos.

O número de novos casos de contaminados, reduz-se em boa velocidade, demonstrando que o isolamento social fez e segue fazendo bem à população, principalmente a de maior risco, como a de idosos.

Ainda faltam reabrir – além daqueles estabelecimentos do setor de serviço, incluindo o turismo – os templos religiosos, que naturalmente causam aglomerações, razão pela qual terão o reencontro com seus fiéis na segunda semana de agosto, quando se espera que o pior da pandemia já terá passado.

A economia cearense – a brasileira como um todo – foi duramente castigada nos últimos três meses pela interdição da atividade econômica, mas começa a reagir. Neste mês de julho, ela já deverá apresentar percentuais positivos em relação aos 90 dias anteriores.

As receitas tributárias do Governo do Estado e da Prefeitura de Fortaleza iniciam curva de crescimento, e tanto é verdade que os dois entes já anunciaram o pagamento da primeira parcela do 13º salário.

Como acontece após as tempestades, o remanso parece estar aproximando-se.

Aviso aos navegantes: copiar o que é bom não é feio.

Feio é cruzar os braços e desistir da luta.

Fica o recado.

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