Política

Pré-candidato ao Karnak, Sílvio critica Wellington e afirma: “Quero propostas que não sejam enganosas”

O ex-prefeito de Teresina salientou que retorno à política se deve ao legado de Firmino e à gestão ineficiente do PT

Publicado por: Eric Souza 21/09/2021, 11:59

Entre os anos de 2005 e 2010, a cidade de Teresina esteve sob o comando de Sílvio Mendes (PSDB). O médico ortopedista aceitou suceder o colega de partido Firmino Filho na prefeitura da capital piauiense e conseguiu a reeleição após seu primeiro mandato, embora tenha renunciado na metade da gestão para concorrer ao cargo de governador. Como não foi escolhido para o Karnak, afastou-se da política por um tempo e retornou em 2021, diante da partida do amigo e ex-prefeito Firmino.

Atualmente, Sílvio está em fase de pré-campanha e visita diversas cidades do interior do Piauí. Em entrevista ao JT1 da Teresina FM nesta terça-feira (21), afirmou que enxerga a política como um caminho para resolver os problemas dos cidadãos. “Nas andanças que tenho feito, observo no olhar das pessoas uma esperança de que é possível mudar o cenário do nosso estado”, destacou.

Pré-candidato ao Governo do Estado, Sílvio Mendes comentou sobre experiências anteriores e a atual gestão do Karnak (Foto: Teresina FM)

O pré-candidato ao governo do Estado – embora não tenha esclarecido se pretende concorrer como cabeça ou vice da futura chapa – frisou que começou a percorrer os municípios piauienses movido por uma necessidade de ouvir as demandas do povo diretamente nos locais que se encontra. Para Sílvio, os eleitores devem conhecer os que se propõem a cuidar do que é deles.

Sobre o pleito do ano que vem, lembrou que deixou a Prefeitura de Teresina, em 2010, com 92% de aprovação popular e por isso tem condições de empreender uma campanha séria. Reforçou ainda que aceitou a proposta em honra do ex-prefeito Firmino Filho, e não lançaria sua candidatura sem levar em conta o histórico do Partido dos Trabalhadores (PT) no governo estadual.

Em relação à gestão do petista Wellington Dias, o político considerou que, quatro mandatos depois, o governador não conseguiu solucionar os problemas do Piauí.

“No início, criticava privatizações e exigia respeito ao patrimônio público. Contudo, um dos primeiros atos de seu governo foi vender o Banco do Estado ao Banco do Brasil. Vendeu também a Ceasa, transformando-a em uma PPP e, apesar das melhorias, ocasionou um aumento significativo no preço do aluguel para os comerciantes”, pontuou.

Diante dos resultados da recente pesquisa encomendada pelo Instituto Amostragem, na qual aparece em primeiro lugar nas intenções de voto estimuladas, Sílvio reconheceu que ficou satisfeito com a lembrança dos eleitores, mas alertou para a possível manipulação de dados com o intuito de modelar a opinião pública.

“O povo não pode ter sua inteligência subestimada. Minha política é pôr o pé na estrada, encontrar e conversar com as pessoas a fim de elaborar um plano de propostas eficiente, que não seja enganoso”, concluiu.

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