Educação

Reitores da UFPI e do IFPI pedem apoio da bancada federal para desbloquear recursos

O reitor da Universidade Federal do Piauí, Arimatéia Dantas, e o reitor do IFPI, Paulo Henrique, reuniram os deputados federais do Estado hoje (17), na […]

Publicado por: Luciano Coelho Repórter: Luciano Coelho 17/05/2019, 13:48

O reitor da Universidade Federal do Piauí, Arimatéia Dantas, e o reitor do IFPI, Paulo Henrique, reuniram os deputados federais do Estado hoje (17), na reitoria da UFPI, pedindo apoio para sensibilizar o governo e restituir os valores do contingenciamento do orçamento das instituições federais.

Os reitores pediram apoio dos parlamentares para desbloquear os recursos. Arimatéia Lopes afirmou que a Universidade Federal não vai fechar cursos e nem deixar de receber alunos, mas terá grandes dificuldades para honrar os compromissos.

Bancada federal se reuniu com os reitores da UFPI e do IFPI para tratarem sobre cortes

“Nesse momento tem muita informação desencontrada. Uns falam em contingenciamento e outros em bloqueio. Quando há contingenciamento, o dinheiro é liberado aos poucos. E, no final do ano, se recebe todo o dinheiro que foi repassado. No caso do bloqueio, só se recebe uma parte e com a promessa de que, se as coisas melhorarem, poderemos receber o restante. Não podemos contar com um dinheiro que não temos garantia de receber”, afirmou o reitor.

Na reunião estiveram os deputados federais Júlio César (PSD), Flávio Nogueira (PDT), Assis Carvalho, Merlong Solano e Rejane Dias, do PT, além da deputada Margarete Coelho (PP). O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Themístocles Filho (MDB), também participou das discussões.

Reitor do IFPI, Paulo Henrique, e reitor da UFPI, Arimatéia Lopes

“O bloqueio chega a 45%. É corte em atividades que garantem o funcionamento da Universidade. É limpeza, segurança, passagens, diárias. Não vamos fechar, mas vamos ter graves problemas de seguir honrando as dívidas com os credores. Não trabalhamos com a perspectiva de fechar cursos ou diminuir vagas. Se não conseguirmos fazer a instituição funcionar a culpa não é nossa. Cortamos a gordura e agora estamos cortando o osso. Quando se corta o osso é impossível caminhar”, disse Arimatéia Lopes.

O coordenador da bancada do Nordeste, deputado federal  Júlio César, disse que vai levar o problema diretamente ao presidente Bolsonaro na reunião da bancada que acontece com o presidente no dia 22, às 8 horas, no Palácio do Planalto.

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