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Segundo o vereador de Teresina, Edson Melo, estão banalizando as CPIs no Brasil. Tem que ter denúncia evidente. O sistema transporte está parado e a população reclamando e muito, com razão. Temos consciência que o sistema vem se deteriorando há algum tempo, tem muitas deficiências e a gestão deveria propor solução e até agora nada. A população aguarda uma solução para esse problema. O povo cobra uma solução imediata para a regularização do transporte que está prejudicando a todos: os empresários, os trabalhadores e, principalmente, a população.

O cerimonialista Jorginho Medeiros, que tem empresa de eventos, disse que as pessoas que tiveram o cadastro aprovado no Piauí Auxílio e que ainda não receberam o pagamento estão acessando o site www.piauiauxilio.com para corrigir os dados bancários. “Mas não tem como fazer correções na página. Ao entrar só sabe se foi beneficiado ou não”, reclamou o cerimonialista.

O delegado da DHPP, Francisco das Chagas Bareta, informou em entrevista à Teresina FM 91,9 que nesta quinta-feira completa um mês da morte do ex-prefeito de Teresina, Firmino Filho, depois de realizar perícias, diligências e colher depoimentos a equipe da Segurança vai estudar o inquérito para anunciar se concluiu o inquérito ou vai precisar de prorrogação do prazo. A análise do conjunto probatório será feito hoje à tarde. Seguimos uma metodologia e vamos falar sobre a conclusão ou prorrogação desse inquérito amanhã, frisou Bareta. Firmino Filho morreu no dia 6 de abril, após cair do 14º andar do edifício Manhattan River Center, na zona Leste de Teresina.

O prefeito de Teresina, Dr. Pessoa, disse que os vereadores têm elementos para investigar, por meio de uma CPI, o transporte coletivo na capital. Ele disse que o transporte público é uma concessão municipal que já tem mais de 40 anos e que os empresários do setor não souberam administrar e exploram o povo teresinense. Dr. Pessoa falou ainda que a Prefeitura de Teresina trabalha diuturnamente para resolver o problema do sistema de transporte. “Não cruzamos os braços. Estamos trabalhando, mas tem uns elementos peçonhentos com duas cabeças que temos que extirpar as duas cabeças. Vamos acabar com esses animais peçonhentos. Trabalhamos para ter um transporte para atender ao povo teresinense”,  frisou o prefeito.

A Fundação Municipal de Saúde vai começar a desativar os leitos clínicos para tratamento Covid nas UPAs nos próximos quinze dias. A informação foi do presidente da FMS, Gilberto Albuquerque, em entrevista à Teresina FM 91,9, que disse também que precisam abrir espaço para atender as outras doenças. Ele frisou que essas doenças aumentaram quando reduziram os casos de Covid. Inicialmente serão desativados os leitos do Hospital do Buenos Aires e das UPAs. “O período do pico passou, está terminando o platô esta semana, e depois vem a queda, quando estaremos desativando os leitos”, explicou o médico.

O presidente da FMS, Gilberto Albuquerque, informou que serão montados cinco pontos de aplicação para a vacina Pfizer, que precisa de conservação abaixo de 70 graus: Hospital Universitário, Hospital do Buenos Aires, da Primavera, do Dirceu e do Promorar. Essa vacina não vai poder ser no sistema drive thru, vai precisar de salas para uma espera de pelo menos 15 minutos e sem aglomeração. Segundo Gilberto, as pessoas de 55 a 59 anos de grupos de risco como pacientes oncológicos, puérperas, idosos com comorbidades poderão receber essas 5,8 mil doses.

O diretor do Hospital Universitário (HU), Paulo Márcio, informou que o hospital está funcionando dois em um, com uma ala Covid e outra com o atendimento para os demais pacientes. Segundo Paulo Márcio, são 80 leitos Covid, sendo 30 leitos de UTI e 50 de enfermaria. “A notícia boa é que tivemos uma redução no número de casos, mas as UTIs continuam lotadas, no entanto, houve uma redução no número de casos. E ainda estamos funcionando com dois hospitais”, frisou o diretor do hospital.

A luta de boxe que tirou a vida de Jonas de Andrade Carvalho Filho, 34, tinha uma aposta de R$ 2 mil em uma academia clandestina na zona Norte da capital. O delegado Menandro Pedro abriu inquérito e já ouviu mais de 20 pessoas para apurar a morte do segurança nesse evento que reuniu mais de 300 pessoas e sem a observância as medidas de saúde determinadas por decreto para combater a pandemia.

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